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Colônia Ribeirão Grande

Texto de Mitsuo Marubayashi e Hissako Shiwa Nagamatsu com contribuição de Mirian Marubayashi Hidalgo



Um grupo de imigrantes japoneses que havia chegado ao Brasil em 1912 e se estabelecido na região de Ituverava decidiu adquirir suas próprias terras, em 1923, utilizando as economias amealhadas com o labor diário nas fazendas. Sob liderança de Kiujiro Marubayashi decidiram que deveriam buscar regiões inexploradas, longe da progressista Mogiana. Deslocaram-se primeiro para o rio das Cinzas, na região de Santo Antônio da Platina, no estado Paraná, onde se localizava um loteamento destinado ao plantio do café. A topografia acidentada não agradou ao grupo.

Sabendo da existência de um loteamento de terras na região de Paraguassu¹, aqui vieram, entrando em contato com o sr. João Gomes Martins, concessionário de vários loteamentos. No mesmo dia, foram ver as terras na região de Ribeirão Grande, distante 15km da cidade, na época ainda um povoado. Gostaram do local e a maioria dos membros do grupo adquiriu seus lotes, basicamente de 10 alqueires.

A intenção dos novos proprietários era iniciar, o mais rápido possível, o desbravamento de suas propriedades recém adquiridas, trazendo a mudança e a família lá da Mogiana. Um imprevisto, a Revolução Paulista liderada pelo general Isidoro Dias Lopes, em 1924, interrompeu todo o tráfego ferroviário, impedindo a mudança. Foram, então, impelidos a fazer mais uma safra em Ituverava.

A chegada da família de Kiujiro Marubayashi ocorreu no dia 24 de agosto de 1925 e pernoitaram na Pensão Laranjeira. No dia seguinte, em uma carroça, a família partiu para o Ribeirão Grande, levando a esperança, alguns pertences e mantimentos.


Kiujiro Marubayashi e Shigueta Hashimoto em área com café recém-plantado. Novembro de 1928.
Acervo: Família Marubayashi


Sobre esta foto Kiujiro escreveu no verso:

Fotografado em novembro de 1928. Em comemoração à cerimônia de coroação do Imperador no Japão² foi realizado o projeto de plantação de 15 mil pés de café em uma área de 27 choubu³. Entre junho e julho de 1928, foi lavrada a terra de montanha e a queimada foi em setembro. Semeou-se a partir de meados de novembro. À frente sou eu e, atrás, meu melhor amigo Shigueta Hashimoto. Sou padrinho do filho do Shigueta e, conforme costume brasileiro, sou seu compadre.

Na região do Ribeirão Grande havia também proprietários não nikkeis, que haviam adquirido suas terras do mesmo sr. João Gomes Martins.

A Colônia Ribeirão Grande estava localizada nas margens e proximidades da antiga estrada Paraguaçu-Lutécia e era cortada pelo rio Ribeirão Grande, também chamado de Ribeirão das Pedras⁴. Próxima a ela se encontravam as outras duas colônias de nikkeis, Bunka e Taiyō.


Localização da Colônia Ribeirão Grande, nas proximidades e margens da antiga estrada Paraguaçu-Lutécia (verde) e cortada pelo rio Ribeirão Grande (azul). Indo em direção a Lutécia, vinha em seguida a Colônia Taiyō ou da Água da Lebre. A Colônia Bunka ficava nas margens e proximidades da estrada Paraguaçu-Bicatu (amarelo)


Segundo Hissako Shiwa Nagamatsu, ela não se lembra de interações com as demais Colônias em atividades culturais ou esportivas em comum. Havia sim, visitas esporádicas específicas entre as famílias amigas ou parentes.


Undokai na Colônia Ribeirão Grande, não se sabe se com convidados das outras Colônias, aproximadamente em 1940. Da esquerda para direita, em pé: 4º Massanori Yendo, 6º Hissagy Marubayashi. Agachado no meio: 10º Hissashi Sakuma, 12º Shigueta Marubayashi. Agachados na frente: 14ª Tsuyako Marubayashi. Acervo: João Shiguetomi Matsuda


Educação

A formação adquirida por Kiujiro Marubayashi, no Japão, dava-lhe a consciência da importância da educação para as crianças. No início da década de 30, sob sua liderança, as famílias de japoneses do bairro decidiram construir uma escola para o ensino do idioma japonês. Combinou-se a taxa de contribuição de um tostão - um milésimo de um mil réis, a moeda da época - para cada saca de cereal ou café em coco produzida nas propriedades do bairro. Os recursos arrecadados destinavam-se à construção e à manutenção do prédio da escola e ao pagamento do professor.

No início de 1933, ele liderou o trabalho de pesquisa domiciliar não só na Colônia Japonesa do Ribeirão Grande, mas no bairro, para levantamento de todas as crianças em idade escolar no curso primário. A ideia de uma escola apenas para o idioma japonês foi substituída e o relatório do Censo Escolar realizado foi enviado para o professor Luiz Gonzaga de Camargo, então Diretor do Grupo Escolar de Paraguaçu (localizado na esquina da rua 15 de novembro com a rua Irmã Gomes), que havia sido criado no ano anterior⁵. Este encaminhou o documento à Inspetoria de Ensino de Avaré, pedindo a instalação de uma Escola Mista de Ensino Primário, em prédio já existente, construídos pelos moradores do bairro. A reivindicação foi prontamente atendida, sendo instalada, em fevereiro de 1933, com a presença do Inspetor Regional de Avaré que veio pessoalmente para presidir o evento. A profa. Diva Figueiredo da Silveira fez a chamada dos alunos, passando em seguida a regência da Escola para a profa. Nair de Andrade, que deu continuidade no trabalho durante o ano escolar.


Escola Mista da Colônia Ribeirão Grande, aproximadamente em 1934. Esquerda para direita, fila do meio: 5º Hissagy Marubayashi, 7ª Etsuko Marubayashi, 10ª Yoshiko Marubayashi; sentados: 8º Kiujiro Marubayashi, 10ª Fujiko Marubayashi.
Acervo: Família Marubayashi



Imagem completa da Escola Mista da Colônia Ribeirão Grande, aproximadamente em 1934. Da esquerda para direita, o 5º em pé é Hissagy Marubayashi.
Acervo: Família Marubayashi


As professoras vinham de Paraguaçu e moravam na casa de famílias do bairro durante a semana ou mesmo durante o semestre. Uma das famílias que abrigaram professoras é a do sr. Manoel Domingos Jerônimo. Lá ficaram, entre outras, Elza Toledo Funk (1941) e Nilza de Oliveira (1942 e 1943).

Na Escola Mista, ministrava-se o ensino até o 3º ano primário, já que no 4º ano havia o final do curso e seria imperativo emitir certificados de conclusão. Com isso, quando as crianças superavam o 3º ano havia necessidade da família, ou parte dela, mudar-se para Lutécia ou Paraguaçu. Muitas assim fizeram. Foi então que, em 1936, Kiujiro Marubayashi juntamente com Tokow Yamada, da Colônia Bunka, e outros patriarcas iniciaram o movimento pela construção e instalação do Jiyū Gakuen (Internato da Liberdade), em Paraguaçu Paulista, destinado a abrigar jovens da zona rural em idade escolar. Em 29 de maio de 1938, as atividades foram iniciadas em um sobrado de madeira localizado na rua Barão do Rio Branco, local descampado com pouquíssimas casas ao redor.

Pioneiros

Descrição de Hissako Shiwa Nagamatsu:

Vindo de Lutécia em direção à Paraguaçu Paulista, lá em cima, à esquerda, ficava a propriedade do sr. Toshioki Kuroiwa (1)⁶, casado com a cunhada de Kiujiro Marubayashi, Orie Koga, e pai da Kinue e do Anselmo Hideo. O jovem Yoshikazu Matsuda foi aí trabalhar em 1938, vindo de Sapezal, e em 1943 se casa com Etsuko, filha de Kiujiro Marubayashi. Um pouco mais a frente, à direita, estava a propriedade do sr. Matsukura (2).


Localização das propriedades da Colônia Ribeirão Grande e próximas, por volta do ano de 1944. Não há escala nem proporção. 1-Toshioki Kuroiwa, 2- Matsukura, 3- Matataro Hashimoto, 4- Kenda Nagamatsu, 5- Muneo Kosai, 6- João Martello, 7- Dionisio Bacca, 8- Kinsaku Kido, 9- João Centeio, 10- Escola Mista do Ribeirão Grande, 11- Haji Kunimatsu, 12- Shigueta Hashimoto, 13- Munhoz, 14- Kiujiro Marubayashi, 15- Jordão, 16- Zamprônio, 17- Arata Itiki, 18- Jihei Itiki, 19- Shigueta Marubayashi, 20- Manoel Domingos Joerônimo, 21- Hissagoro Shiwa.
Lembranças de Hissako Shiwa Nagamatsu



Sr. Toshioki Kuroiwa e esposa Orie Koga Kuroiwa, irmã caçula de Torie Koga Marubayashi (primogênita, esquerda) e esposa de Kiujiro Marubayashi (direita).
Acervo: Jorge Hissakane Marubayashi


Indo um pouco mais, se encontrava a do sr. Matataro Hashimoto (3), pai da Toshiko, e junto com eles vivia também o irmão Suehiko Hashimoto. Depois de algum tempo eles foram para cidade e abriram uma loja de secos e molhados. Vizinho estava a propriedade do sr. Kenda Nagamatsu (4), ainda lá em cima⁷. Ele e o sr. Hashimoto eram muito amigos, pois vieram juntos do Japão e aqui desbravaram as terras. A família Nagamatsu, quando foi para a cidade, abriu a fábrica de bebidas na Rua Pedro de Toledo.

No meio da descida estava a propriedade do sr. Muneo Kosai (5), que foi embora para cidade durante a Segunda Guerra.

Atravessava a ponte sobre o Ribeirão Grande e, na subida, havia um aglomerado de casas de japoneses e brasileiros. À beira da estrada à direita localizava-se a loja de cereais do sr. João Martello (6). Vizinho estava o comercio do sr. Dionisio Bacca (7), que poderia ser bar ou açougue...

À esquerda da estrada Paraguaçu-Lutécia tinha uma estradinha e, na esquina, estava a loja de secos e molhados e armarinho do sr. Kinsaku Kido (8) que trabalhava junto com seu genro, Hanjiro Suto.

Um pouco mais à frente na estradinha, no mesmo lado da loja do sr. Kido, estava a Máquina de beneficiar café e arroz do sr. João Centeio (9) e a Escola Mista de Ribeirão Grande (10), centro da Colônia.

Ao lado da Escola havia um pátio e atrás, um grande terreirão que ficava na parte frontal das propriedades dos srs. Kunimatsu Haji (11) e Shigueta Hashimoto (12) e que era utilizado conjuntamente por ambas as famílias. Posteriomente, a família do sr. Shigueta Hashimoto se mudou para a Colônia Bunka e a do sr. Haji para a cidade.


Haji Kunimatsu com esposa Kinue e filhos.
Acervo: Jorge Hissakane Marubayashi


No percurso de 1km, aproximadamente, a partir da escola, passava-se pela propriedade que era, provavelmente, dos Munhoz (13). Atravessava-se o pasto e chegava-se à sede da propriedade do sr. Kiujiro Marubayashi (14). Por volta de 1931, cedeu uma gleba vizinha à sua para o irmão Toyojiro e família virem da região de Jaboticabal. Em 1937, o casal Sakuma e Massanori Yendo começaram a trabalhar na propriedade de Kiujiro, vindos da região de Ribeirão Preto. Em 1938, Massanori casou-se com a filha de Kiujiro, Yoshiko, e seguiram vivendo na propriedade. Nesse mesmo ano Kiujiro faleceu e a propriedade passou a ser administrada pelo jovem Hissagy, então com 16 anos, tendo na retaguarda sua mãe, Torie Koga Marubayashi.


Provavelmente um dos últimos registros fotográficos de Kiujiro Marubayashi, aqui com seu primogênito, Hissagy, na propriedade por volta de 1936.
Acervo: Família Marubayashi



Colônia dos trabalhadores da propriedade de Kiujiro Marubayashi por volta de 1943. Além dos trabalhadores estão os filhos e, provavelmente, os irmãos Rinzaburo (último de pé) e Shigueta (último agachado).
Acervo: Família Marubayashi


Retornando na estrada Lutécia-Paraguaçu, 300m adiante à direita, havia uma estradinha. Entrando nela aproximadamente 500m, se via a primeira propriedade à direita que era do sr. Jordão (15). Atravessando o mata-burro, chegava-se à propriedade do sr. Zamprônio (16), que tinha uma filha chamada Leontina. Passando outro mata-burro, à esquerda, estava a propriedade do sr. Arata Itiki (17), que um dos filhos se chamava Jorge. Chegava-se a uma trifurcação: à esquerda, estava a propriedade do sr. Jihei Itiki (18), sem filhos; em frente, a do sr. Shigueta Marubayashi (19); e, à direita, a propriedade do sr. Manoel Domingos Jerônimo (20). Este abrigava em sua casa as professoras que vinham de Paraguaçu lecionar na Escola Mista. Entre as propriedades dos srs. Shigueta e Manoel Domingos havia uma trilha que levava à propriedade do sr. Hisagoro Shiwa (21). Seu filho Shigueru levou Mitsuka Marubayashi, filha de Kiujiro, para aí morar após o matrimônio.


Foto do casamento de Mituka Marubayashi e Shigueru Shiwa, com Hisagoro Shiwa e Sakae (sentados).
Acervo: Família Marubayashi


Para se ter uma ideia das distâncias, da propriedade dos Shiwa até a venda do sr. Kido era 1km (por dentro) e desta para a escola outro 1km. As crianças da região se reuniam na casa do sr. Jerônimo e íamos juntos com a professora, o que nos causava grande alegria. Para ir à propriedade dos Marubayashi, meu pai (Hisagoro Shiwa) me levava de jardineira até a venda do sr, Kido e de lá íamos a pé. Seguindo adiante da sede da propriedade do sr. Hisagoro Shiwa e da colônia onde viviam os empregados, mais à frente havia uma reserva florestal que não podia ser cortada. Em seguida, vinha o cafezal e, mais adiante, cruzava com outra estrada que ia para Colônia Bunka.


Cafezal em desenvolvimento, com troncos das árvores cortadas quando “abriram” a mata. Foto dada por Kunimatsu Haji (centro com mãos na cintura) para Toyojiro Marubayashi (esquerda, de chapéu). Esposas e filhos no centro. Homens da direita e sentado ao fundo não identificados.
Acervo: Família Marubayashi


Nesta foto, tirada por ocasião da finalização do túmulo de Kiujiro Marubayashi no Cemitério da Paz, em Paraguaçu Paulista no ano de 1939, registra-se a presença de alguns moradores da Colônia Ribeirão Grande.


Esquerda para direita, em pé: Toyojiro Marubayashi, Hissagy Marubayashi, Kamico Kido, Shigueta Marubayashi, Toshioki Kuroiwa e Suehiko Hashimoto. Sentados: Massanori Yendo, Shigueru Shiwa, Torie Marubayashi, Shigueta Hashimoto, Hisagoro Shiwa e Kenda Nagamatsu.
Acervo: João Shiguetomi Matsuda


Política

A vinda dos imigrantes japoneses na região de Paraguaçu fez com que se tornasse necessária sua representatividade nos poderes legislativo e executivo, para dar voz aos anseios dessa comunidade, assim como servir à comunidade em geral da cidade que os acolheu. Quando se verifica a presença nikkei na política paraguaçuense, nota-se a expressiva participação dos descendentes de pioneiros da Colônia Ribeirão Grande. Até 1977⁸ não havia remuneração e era uma atividade exercida concomitantemente com o labor diário.

Na 2ª. legislatura de Paraguaçu Paulista, 1952 a 1955, os srs. Camico Kido e Hissagy Marubayashi, foram os primeiros políticos nisseis eleitos para o cargo de vereador. Eram filhos de Kinsaku Kido e de Kiujiro Marubayashi, respectivamente.

Na 3ª. Legislatura, de 1956 a 1959, o sr. Camico Kido foi reeleito⁹. Nesta eleição, o sr. Hissagy Marubayashi se candidatou ao cargo de Prefeito da cidade, sem sucesso.

Na 4ª. Legislatura, de 1960 a 1963, foi representante o sr. Massaro Nagamatsu, filho do sr. Kenda Nagamatsu. Também nesta eleição o sr. Hissagy Marubayashi buscou a cadeira de prefeito, sem sucesso.

Na 5ª Legislatura, de 1964 a 1968, iniciou sua carreira pública o sr. Mitsuo Marubayashi, filho de Kiujiro Marubayashi, sendo eleito vereador mais votado. Na eleição seguinte, mandato 1969 a 1972, tornou-se o primeiro prefeito nissei de Paraguaçu Paulista. Nessa época, poucos eram os nikkeis eleitos para o poder executivo. No pleito seguinte, tentou a reeleição, sem sucesso.

Após um vácuo de vários anos, fruto do êxodo das famílias nikkeis para a capital do estado e para outros rincões do país, na 13ª Legislatura, de 2001 a 2004, foi eleito vereador o sr. Oswaldo Massuo Marubayashi, já da terceira geração, neto do sr. Kiujiro Marubayashi.

Anos após, o sr. Antonio Takashi Sassada (Antian) foi eleito vereador para a 16ª Legislatura, de 2013 a 2016. Também da terceira geração, é neto do sr. Shigueta Marubayashi. Na eleição seguinte, se candidatou ao cargo de prefeito, sem lograr êxito. Isto aconteceu na eleição subsequente, sendo eleito prefeito para o mandato entre 2021 e 2024 e reeleito para a gestão 2025-2028.


Colônia Ribeirão Grande, lembranças

Já não há mais nikkeis na Colônia Ribeirão Grande. Ela permanece apenas na memória dos poucos sobreviventes que aí viveram. Seus descendentes ouviram muitas histórias, ou nem tanto... Este registro histórico é um tesouro valioso, que se espera, seja encontrado, descoberto!

NOMES DOS PROPRIETÁRIOS NIKKEIS QUE CONSTAM NESTE TEXTO DA COLÔNIA RIBEIRÃO GRANDE

  • Arata Itiki
  • Haji Kunimatsu
  • Hissagoro Shiwa
  • Jihei Itiki
  • Kinsatsu Kido
  • Kiujiro Marubayashi
  • Muneo Kosai
  • Shigueta Hashimoto
  • Shigueta Marubayashi


São esses os proprietários citados, talvez haja incorreções ou omissões. Pedimos a gentileza de colaborarem para a construção coletiva deste Memorial, enviando-nos nomes, histórias e fotografias para que sejam incorporados e enriqueçam ainda mais este acervo..


¹:Morelli, MSMN; Moreira, MFS. Paraguaçu Paulista – da flecha ao avião. Paraguaçu Paulista: Print Press. 2019. 27p.

²:Hirohito tornou-se imperador em 25 de dezembro de 1926, com a morte de seu pai, Yoshihito. Em novembro de 1928, a ascensão de Hirohito foi confirmada em cerimônias que são convencionalmente identificadas como entronização e coroação (Shōwa no tairei-shiki).

³:Antigo sistema de divisão de terras no Japão. Unidade de medida agrária (9.917m²) que hoje pode ser considerada equivalente a 1 hectare (10.000m²).

⁴:Zeca Jorge. História da minha cidade. Paraguassú a Paraguaçu Paulista. Assis: Gráfica Editora Triunfal. p.80.

⁵:Morelli, MSMN; Moreira, MFS. Paraguaçu Paulista – da flecha ao avião. Paraguaçu Paulista: Print Press. 2019. 27p.

⁶:Este número é o apresentado na Figura Localização das propriedades da Colônia Ribeirão Grande e próximas.

⁷:As propriedades dos japoneses próximas à Lutécia até à do sr. Nagamatsu são consideradas como pertencentes à Colônia Taiyō ou identificadas como núcleo da Água da Lebre.

⁸:A Lei complementar nº 25, de 2 de julho de 1975, estabeleceu critérios e limites para a fixação da remuneração dos vereadores no Brasil, mas só foi implementada em 1977. Antes disso, apenas os vereadores das capitais de estado recebiam remuneração.

⁹:Lista-se aqui apenas os descendentes da Colônia Ribeirão Grande. Shigueo Yonashiro foi eleito nesta 3ª Legislatura e reeleito nas duas subsequentes. Também Cesar Kikei Kakinohana foi vereador na cidade. Edvaldo Hassegawa foi prefeito entre 1983-1988 e 2001-2004 e tentou a reeleição, sem sucesso.